Consciência, digo, não a tua, mas a do outro. Pois, por que há de ser julgada a minha liberdade pela consciência de outrem?
(João Ferreira de Almeida Recebida)
Digo, porém, a consciência, não a tua, mas a do outro. Pois por que há de a minha liberdade ser julgada pela consciência de outro?
(João Ferreira de Almeida Corrigida Fiel)
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